Trajetória

Sobre o Arnaldo Jardim

Momentos-chave

Linha do Tempo

Formação

Engenharia civil pela Escola Politécnica da USP

Arnaldo Jardim é natural de Altinópolis, cidade do interior de São Paulo e é formado em engenharia civil pela Escola Politécnica da USP - POLI.

Início da trajetória

Movimento estudantil

Logo no início de sua trajetória, foi diretor do Diretório Central dos Estudantes da USP e da União Estadual dos Estudantes em São Paulo. Assim, descobriu bem cedo sua vocação e talento para a política.

1982

Campanha de Franco Montoro

Em 1982 trabalhou na campanha que elegeu Franco Montoro governador de São Paulo, na primeira eleição direta para governos estaduais desde 1965.

1986–1991

Primeiro mandato e Constituinte Paulista

Em 1986 foi eleito pela primeira vez deputado estadual, para a legislatura 1987-1991. Neste primeiro mandato participou da “Constituinte Paulista” e foi, apesar de ser o mais jovem parlamentar na Assembleia, designado para ser o autor do ante-projeto da Constituinte Estadual.

1990

Liderança na Assembleia Legislativa

Reeleito em 1990, no segundo mandato exerceu a função de líder do governo e do PMDB na Assembleia Legislativa.

1992–1993

Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo

Em 1992, no governo de Luís Antônio Fleury Filho, licenciou-se e assumiu a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo, onde ficou até 1993.

1998

Fórum São Paulo Século XXI e CPI dos Combustíveis

Em 1998 elegeu-se mais uma vez Deputado Estadual. Foi então relator geral do Fórum São Paulo Século XXI – projeto para o desenvolvimento de São Paulo – e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis, que investigou a máfia dos combustíveis adulterados.

1999–2007

Energias renováveis, defesa do consumidor e gestão pública

Na Assembleia Legislativa de São Paulo, cumpriu dois mandatos consecutivos, de 1999 a 2007, período em que se notabilizou pela produção legislativa voltada às energias renováveis, à defesa do consumidor e à modernização da gestão pública.

2006

Primeira eleição para deputado federal

Nas eleições de 2006, elegeu-se pela primeira vez deputado federal por São Paulo. Foi vice-líder de partido e articulador em votações estratégicas nas áreas de infraestrutura e reforma política.

2015–2018

Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Em 2015, licenciou-se para assumir a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo a convite do então governador Geraldo Alckmin. À frente da Pasta (2015-2018), modernizou o sistema de defesa agropecuária, expandiu os programas de seguro rural e impulsionou o cooperativismo e a agricultura de baixo carbono, dentre inúmeras ações de destaque.

2015–2016

Presidência do CONSEAGRI

Foi presidente do CONSEAGRI – Conselho Nacional de Secretários da Agricultura (2015/2016).

2018–2023

56ª legislatura

Nas eleições de 2018, já filiado ao Cidadania (novo nome do PPS), elegeu-se novamente deputado federal por São Paulo para a 56ª legislatura (2019-2023). Nesse segundo mandato efetivo na Câmara, consolidou-se como uma das principais vozes do Congresso em energia limpa, transição energética e infraestrutura sustentável.

Junho de 2024

Melhor parlamentar do Brasil

Em junho de 2024 foi eleito pelo Ranking dos Políticos (politicos.org.br) o melhor parlamentar do Brasil, dentre todos os deputados e senadores.

Biografia resumida

Conheça a minha história na política

Atual mandato

Na Câmara Federal, é vice-presidente nacional da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), presidente da Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo) e coordenador da Comissão Especial da Transição Energética. Também coordena a “Coalização pelos Biocombustíveis”.

Neste mandato, foi relator do Projeto de Lei 528/2020, chamado “Combustível do Futuro” e do PL que instituiu o Marco Legal do Hidrogênio (PL 3.027/2024), sendo presidente da Comissão Especial da Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde. É autor do Projeto de Lei 5174/2023, que cria o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN) e foi relator do PL dos Minerais Críticos (PL 2780/2024), sancionado sem vetos pelo Presidente da República em setembro de 2026. Foi também autor do PL 2.646/2020, que instituiu as Debêntures de Infraestrutura e do PL que reformula a Lei de Concessões e PPPs.

É  autor do Projeto que criou o Fundo de Investimentos do Setor Agropecuário – FIAGRO (Lei 14.130/2021) e da Nova Lei do Cooperativismo de Crédito (LC 196/2022).

É de sua proposição o PL 3865/2021, que institui o Programa de Incentivo à Produção e ao Aproveitamento de Biogás e de Biometano; do PL 1817/2022, que preconiza a adoção de boas práticas ambientais, sociais e de governança – ESG; e do PL 2732/2011, que cria condições para a descontaminação de Áreas Órfãs Contaminadas.

Também foi relator da Política Nacional de Resíduos Sólidos -PNRS (Lei 12.305/2010) e da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais – PSA (Lei 14.119/2021)

É cidadão honorário de centenas de municípios paulistas e recebeu, ao longo dos anos, inúmeras homenagens e prêmios pelo trabalho exercido na Câmara dos Deputados. Em junho de 2024 foi eleito pelo Ranking dos Políticos (politicos.org.br) o melhor parlamentar do Brasil, dentre todos os deputados e senadores.

Recentemente foi homenageado pelo Grupo de Lideranças Empresariais – Lide no 8° Brasília Summit e pela Ubrabiio (União Brasileira de Biodiesel e Bioquerosene no Seminário da Comissão Especial de Transição Energética com o tema Lei Combustível do Futuro: implementação e desafios.

Trajetória política

Arnaldo Jardim é natural de Altinópolis, cidade do interior de São Paulo e é formado em engenharia civil pela Escola Politécnica da USP – POLI.

Logo no início de sua trajetória, foi diretor do Diretório Central dos Estudantes da USP e da União Estadual dos Estudantes em São Paulo. Assim, descobriu bem cedo sua vocação e talento para a política.

Em 1982 trabalhou na campanha que elegeu Franco Montoro governador de São Paulo, na primeira eleição direta para governos estaduais desde 1965. Em 1986 foi eleito pela primeira vez deputado estadual, para a legislatura 1987-1991. Neste primeiro mandato participou da “Constituinte Paulista” e foi, apesar de ser o mais jovem parlamentar na Assembleia, designado para ser o autor do ante-projeto da Constituinte Estadual. Reeleito em 1990, no segundo mandato exerceu a função de líder do governo e do PMDB na Assembleia Legislativa.

Em 1992, no governo de Luís Antônio Fleury Filho, licenciou-se e assumiu a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo, onde ficou até 1993.

Em 1998 elegeu-se mais uma vez Deputado Estadual. Foi então relator geral do Fórum São Paulo Século XXI – projeto para o desenvolvimento de São Paulo – e da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis, que investigou a máfia dos combustíveis adulterados. Presidiu a Comissão de Assuntos Internacionais e foi membro das comissões de Transportes e de Cultura, Ciência e Tecnologia. Foi autor da emenda constitucional que punha fim à “impunidade parlamentar”, restringindo-a apenas aos chamados “crimes de opinião”.

 Ainda na Assembleia Legislativa de São Paulo, cumpriu mais dois mandatos consecutivos, de 1999 a 2007, período em que se notabilizou pela produção legislativa voltada às energias renováveis, à defesa do consumidor e à modernização da gestão pública.

Foi autor de diversos projetos que viraram Leis, tais como a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, a Política Estadual de Resíduos Sólidos, do Programa Saúde do Adolescente, a instituição da Carteira do Câncer Ginecológico e Mamário, além de ter coordenado as frentes parlamentares da Habitação, do Cooperativismo e da Energia Limpa e Renovável.

Nas eleições de 2006, elegeu-se pela primeira vez deputado federal por São Paulo. Foi vice-líder de partido e articulador em votações estratégicas nas áreas de infraestrutura e reforma política. Membro titular da Comissão de Minas e Energia, relatou projetos importantes, como sobre exploração do pré-sal. Ainda neste mandato, trabalhou pela aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e pela modernização das licitações públicas.

Em 2015, licenciou-se para assumir a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo a convite do então governador Geraldo Alckmin. À frente da Pasta (2015-2018), modernizou o sistema de defesa agropecuária, expandiu os programas de seguro rural e impulsionou o cooperativismo e a agricultura de baixo carbono, dentre inúmeras ações de destaque. Foi presidente do CONSEAGRI – Conselho Nacional de Secretários da Agricultura (2015/2016).

Nas eleições de 2018, já filiado ao Cidadania (novo nome do PPS), elegeu-se novamente deputado federal por São Paulo para a 56ª legislatura (2019-2023). Nesse quarto mandato  na Câmara, consolidou-se como uma das principais vozes do Congresso em energia limpa, transição energética e infraestrutura sustentável.

 Foi eleito em 2022 para o exercício de seu quinto e último mandato como deputado federal (2023 – 2027).

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